Tripulação
Mala, o tranquilo Se tinha alguém tranquilo nesta viagem, este era Malabarba. Sempre quieto, mas extremamente eficiente, estava sempre pronto antes da hora e pronto para ajudar alguém que tivesse sido picado por uma abelha.
Guilherme, o dorminhoco apaixonado Tivemos 2 Guilhermes na viagem: O primeiro, na ida, contou com a brilhante companhia de Sônia, que diga-se de passagem foi a verdadeira heroína da viagem,. Este Gui não via seus km passarem conversando com Sônia e aproveitando a paisagem. Já sozinho na volta ( Sônia voltou de Antofagasta de avião) voltou a fazer o que mais gosta na moto sozinho: dormir.
Dário, o rezador esquecido Dário rezava para cada Cruz que passava na estrada. O problema é que com tanta Cruz, teve que arrumar uma reza mais curta. Também conhecido pelo seu esquecimento: se o colete refletivo não foi suficiente, esqueceu o documentos então. Esquecimentos a parte estava sempre de bom humor e pronto para rodar.
Nelson, Captain Mad Dog Era o chefe da matilha; só esqueceram de combinar com a cachorrada. Apesar do seu ar de sereno e tranquilo, mostrava no seu semblante ideias do tipo “ Porque sair as 8 da manhã de as 6 já está dia?” Ou ainda “ Porque parar a cada 100 km se a autoria da moto são 350 km?”. Com essas perguntas na cabeça, mas sempre tomando conta de todo o grupo, liderou mais essa viagem.
Rubens, aquele da BMW de museu. Se tinha alguém orgulhoso era Rubens com sua antiga BMW. Qualquer oportunidade era aproveitada para falar que a soma da idade de todas as outras 5 motos não chegava na idade a valente BMW. Além disso, ouviu muito Roberto Carlos e fez uma ampla degustação de vinhos brancos argentinos e chilenos.
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