Antofagasta- Calama
Replanejar. Essa é a palavra principal em um viagem deste tamanho. A ideia inicial era voltar a SAN Pedro do Atacama e ficar mais um dia parado por lá. Mas além de mais caro, todos compartilhavam a ideia de que daquela terra não queríamos nem o pó. Então foi decidido ir para Calama. A vantagem era ser uma cidade bem mais estruturada que o Atacama. A desvantagem era que seriam 80 km a mais no dia seguinte que já era longo.
O pace car continuava com problema no motor de arranque. Apesar de ter um dia parado em Antofagasta, era feriado e nada poderia ser feito neste dia. Assim, ficou combinado que todas as motos com exceção de Nelson iriam para Calama. Nelson Fernando e Clarissa iriam tentar resolver o problema do carro e caso tivessem sucesso seguiriam para Calama mais tarde. Se o pace car não ficasse pronto, eles veriam onde encontrar com o resto da trupe.
A oficina mal tinha aberto e já estavam lá, resolvendo o problema. Sai de uma oficina, vai para outra, e finalmente chegam em um mecânico que poderia fazer o serviço. A primeira vista seria possível recuperar o motor de arranque, mas ao tirá-lo, viu se que não teria outra opção a não ser trocar o motor de arranque. Com o motor trocado uma grata surpresa: a luz do motor que ficava acesa apagou Não só apagou como a falha do motor também desapareceu.
Com o pace car totalmente recuperado era hora de ir encontrar o resto do grupo em Calama. A saída as 4:00 da tarde era com um calor de 26 graus para Nelson em sua Harley. Porém, após começar a subida para Calama, a temperatura despencou para 16 graus e com vento, o que fez Nelson parar para colocar um casaco. Menos de 20 minutos após a parada a temperatura voltou novamente para os 26 graus, o que fez a Harley parar novamente, deste vez para tirar o casaco.
E com o pace car tinindo de bom, e depois de todas as variações de temperatura, o trio chega a Calama para seguir viagem. Amanhã o dia é longo: É dia de cruzar a cordilheira de volta a Argentina, na cidade de Salta
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